sexta-feira, 8 de junho de 2012

Culto de Ação de Graças!


Pb Fabio iniciando o culto
No último dia 19 de maio a comunidade ITEADECA louvou a Deus pelo primeiro ano de existência, com o segundo culto do ITEADECA. A reunião aconteceu na congregação da Assembleia de Deus no bairro da Coplan, em Cruz das Almas, liderada pelo Ev. Vanildo Amorim Bispo. O culto começou com os louvores dirigidos pelo profº Alex Oliveira e a cantora Joana Glace, seguindo com algumas participações de estudantes e obreiros presentes. Ao final, o Pr Abraão Pereira, um dos líderes da Assembleia de Deus em Muritiba e também professor do ITEADECA, esteve ministrando a poderosa Palavra de Deus. Finalmente, o culto terminou com o derramar da Graça de Deus sobre todos. Terminado o culto, os professores, estudantes, parentes, e convidados participaram de uma congratulação promovida pela direção e estudantes do ITEADECA.

Profº Alex ministrando o louvor

Estiveram presente obreiros como o Ev Vanildo Amorim - lider da ADECAL Coplan, Pr. Eugenio, Pb Jefferson Bingre, Pb Fábio Salvador, Pb Joselito, Dc Cristiano, Dc Antonio, Dc Luciano, dentre outros.

A igreja presente

Momento de quebrantamento

Mesa com salgados para confraternização

Cantora Joana louvando com a igreja

Da esquerda para direita: Pb Jefferson, Pr Abraão, Pb Fábio, Ev Vanildo, Pr Eugenio e Pb Joselito


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os "messias" do século I - Cristologia - Profº Fábio


O conhecimento e seus tipos

Tipos de conhecimento



A realidade é tão complexa que o homem, para apropriar-se dela, teve de aceitar diferentes tipos de conhecimento.

Desde a Antiguidade, até os dias de hoje, um lavrador, mesmo iletrado e/ou desprovido de outros conhecimentos, sabe o momento certo da semeadura, a época da colheita, tipo de solo adequado para diferentes culturas. Todos são exemplos do conhecimento que é acumulado pelo homem, na sua interação com a natureza.

O Conhecimento faz do ser humano um ser diverso dos demais, na medida em que lhe possibilita fugir da submissão à natureza. A ação dos animais na natureza é biologicamente determinada, por mais sofisticadas que possam ser, por exemplo, a casa do joão-de-barro ou a organização de uma colméia, isso leva em conta apenas a sobrevivência da espécie.

O homem atua na natureza não somente em relação às necessidades de sobrevivência, (ou apenas de forma biologicamente determinada) mas se dá principalmente pela incorporação de experiências e conhecimentos produzidos e transmitidos de geração a geração, através da educação e da cultura, isso permite que a nova geração não volte ao ponto de partida da que a precedeu. Ao atuar o homem imprime sua marca na natureza, torna-a humanizada. E à medida que a domina e transforma, também amplia ou desenvolve suas próprias necessidades. Um dos melhores exemplos desta atuação são as cidades.

O Conhecimento só é perceptível através da existência de três elementos: o sujeito cognoscente (que conhece) o objeto (conhecido) e a imagem. O sujeito é quem irá deter o conhecimento o objeto é aquilo que será conhecido, e a imagem é a interpretação do objeto pelo sujeito. Neste momento, o sujeito apropria-se, de certo modo do objeto. “O conhecimento apresenta-se como uma transferência das propriedades do objeto para o sujeito”. (Ruiz, João. Metodologia científica).

O conhecimento leva o homem a apropriar-se da realidade e, ao mesmo tempo a penetrar nela, essa posse confere-nos a grande vantagem de nos tornar mais aptos para a ação consciente. A ignorância tolhe as possibilidades de avanço para melhor, mantém-nos prisioneiros das circunstâncias. O conhecimento tem o poder de transformar a opacidade da realidade em caminho iluminada, de tal forma que nos permite agir com certeza, segurança e precisão, com menos riscos e menos perigos.

Mas a realidade não se deixa revelar facilmente. Ela é constituída de numerosos níveis e estruturas, de um mesmo objeto podemos obter conhecimento da realidade em diversos níveis distintos. Utilizando-se do exemplo de Cervo & Bervian no livro Metodologia Científica, “com relação ao homem”, pode-se considerá-lo em seu aspecto eterno e aparente e dizer uma série de coisas que o bom senso dita ou a experiência cotidiana ensinou; pode-se, também, estudá-lo com espírito mais sério, investigando experimentalmente as relações existentes entre certos órgãos e suas funções; pode-se, ainda, questioná-lo quanto à sua origem, sua realidade e destino e, finalmente, investigar o que dele foi dito por Deus através dos profetas e de seu Enviado Jesus Cristo.

Em outras palavras, a realidade é tão complexa que o homem, para apropriar-se dela, teve de aceitar diferentes tipos de conhecimento.

Tem-se, então, os diferentes tipos de conhecimento:

  • Conhecimento Empírico/ Senso Comum.
  • Conhecimento Científico.
  • Conhecimento Filosófico.
  • Conhecimento Teológico.




Conhecimento Empírico/ Senso comum

Popular ou vulgar é o modo comum, corrente e espontâneo de conhecer, que se adquire no trato direto com as coisas e os seres humanos, as informações são assimiladas por tradição, experiências causais, ingênuas, é caracterizado pela aceitação passiva, sendo mais sujeito ao erro nas deduções e prognósticos. “é o saber que preenche nossa vida diária e que se possui sem o haver procurado, sem aplicação de método e sem se haver refletido sobre algo”(Babini, 1957:21).O homem, ciente de suas ações e do seu contexto, apropria-se de experiências próprias e alheias acumuladas no decorrer do tempo, obtendo conclusões sobre a “ razão de ser das coisas”. É, portanto superficial, sensitivo, subjetivo, Assis temático e acrítico.


Conhecimento Científico

O conhecimento científico vai além da visão empírica, preocupa-se não só com os efeitos, mas principalmente com as causas e leis que o motivaram, esta nova percepção do conhecimento se deu de forma lenta e gradual, evoluindo de um conceito que era entendido como um sistema de proposições rigorosamente demonstradas e imutáveis, para um processo contínuo de construção, onde não existe o pronto e o definitivo, “é uma busca constante de explicações e soluções e a reavaliação de seus resultados”. Este conceito ganhou força a partir do século XVI com Copérnico, Bacon, Galileu, Descartes e outros.

No seu conceito teórico, é tratado como um saber ordenado e lógico que possibilita a formação de idéias, num processo complexo de pesquisa, análise e síntese, de maneira que as afirmações que não podem ser comprovadas são descartadas do âmbito da ciência. Este conhecimento é privilégio de especialistas das diversas áreas das ciências.


Conhecimento Filosófico

É o conhecimento que se baseia no filosofar, na interrogação como instrumento para decifrar elementos imperceptíveis aos sentidos, é uma busca partindo do material para o universal, exige um método racional, diferente do método experimental (científico), levando em conta os diferentes objetos de estudo.

Emergente da experiência, “suas hipóteses assim como seus postulados, não poderão ser submetidos ao decisivo teste da observação”. O objeto de análise da filosofia são idéias, relações conceptuais, exigências lógicas que não são redutíveis a realidades materiais e, por essa razão, não são passíveis de observação sensorial direta ou indireta (por instrumentos), como a que é exigida pelo conhecimento científico. Hoje, os filósofos, além das questões metafísicas tradicionais, formulam novas questões: A maquina substituirá quase totalmente o homem? A clonagem humana será uma prática aceita universalmente? O conhecimento tecnológico é um benefício para o homem? Quando chegará a vez do combate à fome e à miséria? Etc.


Conhecimento Teológico

Conhecimento adquirido a partir da aceitação de axiomas da fé teológica, é fruto da revelação da divindade, por meio de indivíduos inspirados que apresentam respostas aos mistérios que permeiam a mente humana, “pode ser dados da vida futura, da natureza e da existência do absoluto”.

“A incumbência do Teólogo é provar a existência de Deus e que os textos Bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis.” Hoje diferentemente do passado histórico, a ciência não se permite ser subjugada a influências de doutrinas da fé: e quem está procurando rever seus dogmas e reformulá-los para não se opor a mentalidade científica do homem contemporâneo é a Teologia”. (João Ruiz)

Isso, porém é discutível, pois não há nada mais perfeito que a harmonia e o equilíbrio do UNIVERSO, que de qualquer modo é faz parte do conhecimento da humanidade, embora os seres humanos não tenham mãos que possa apalpá-lo ou olhos que possam divisar seu horizonte infinito... A fé não é cega baseia-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhes dá sustentação. O conhecimento pode Ter função de libertação ou de opressão. O conhecimento pode ser libertador não só de indivíduos como de grupos humanos. Nos dias atuais, a detenção do conhecimento é um tipo de poder disputado entre as nações. Contudo o conhecimento pode ser usado como mecanismo de opressão. Quantas pessoas e nações se utilizam do conhecimento que detêm para oprimir?

Para discutir estas questões recém citadas, vê-se a necessidade de instituirmos um novo paradigma para discussão do conhecimento, a saber; o conhecimento moderno e /ou pós-moderno. Entende-se por conhecimento “moderno”, a discussão em torno da possibilidade de realmente existir a possibilidade do conhecer. Não obstante, a capacidade de questionar é inerente à natureza humana, e essa mesma natureza humana busca da respostas às questões levantadas de diversas maneiras.

Podemos definir o conhecimento como a capacidade de questionar, avaliar parâmetros de toda a história e reconstruir, inovar e intervir encontrando respostas que não é a verdade “absolutas” mas uma “verossimilhança” da verdade que aponta novos caminhos para novos questionamentos infinitos na direção de uma “verdade”.

Por conseguinte é válido ressaltar, que além de discutir os paradigmas do conhecimento, é necessário avaliar o problema específico do questionamento científico, fonte da inovação, tornada hoje obsessiva. No entanto, a competência inovadora sem precedentes, pode estar muito mais a serviço da exclusão, do que da cidadania solidária e da emancipação humana.

O questionamento sempre foi à alavanca crucial do conhecimento, sendo que para mudar alguma coisa é imprescindível desfazê-la em parte ou, com novos parâmetros, desfazê-la totalmente. A lógica do questionar leva a uma coerência temerária de a tudo desfazer para inovar, mas nem toda inovação pode ser entendida como evolução seja ela tecnológica ou na capacidade de Conhecer. Como exemplo a informática, onde cada computador novo é feito para ser jogado fora, literalmente morre de véspera e não sendo possível imaginar um computador final, eterno. E é neste foco que se nos apegarmos à estagnação, também iremos para o lixo.

Podemos então afirmar que o conhecimento e uma construção provisória, pois tudo que existe hoje será objeto de questionamento, e quem sabe mudanças no devir e no povir. Neste sentido o questionamento que é o “motor” da busca do “conhecer” é assim passível de ser questionado, na medida em que às respostas em um tempo encontradas não é a verdade absoluta.

É importante conciliarmos o conhecimento com outras virtudes essenciais para o saber humano, como a sensibilidade popular, bom senso, sabedoria, experiência de vida, ética etc. Conhecer é comunicar-se, interagir com diferentes perspectivas e modos de compreensão, inovando e modificando a “realidade”.

A relação entre conhecimento e democracia caracteriza-se como uma relação intrínseca, pois o poder do conhecimento se impõe através de várias formas de dominação: econômica, política, social etc. Alguns estudiosos afirmam que a diferença entre pobres e ricos, é determinada pelo fato de se deter ou não conhecimento, já que o acesso à renda define as chances das pessoas e sociedades terem acesso as possibilidades do conhecimento cientifico.

É inimaginável o progresso técnico que o conhecimento pode nos proporcionar, por outro lado o próprio conhecimento nos aponta o risco da destruição total ( armas nucleares e biológicas). Para equalizar esta distorção, o preço maior é a dificuldade de arrumar a felicidade que parceira da sabedoria e do bom senso é muitas vezes desestabilizada pela soberba do conhecimento.

Portanto, podemos dizer que o conhecimento é o “distintivo” principal do ser humano em relação a “natureza”. É o poder de por meio de um determinado método de análise questionar e encontrar uma resposta razoável capaz de intervir na realidade.  O conhecimento também tem implicações  ideológicas, pois quase sempre esta a serviço da elite e/ ou da corporação dos cientistas. A produção do conhecimento nunca esta isenta de valores do cientista. Por fim, conhecimento pode ser a maior perversidade do ser humano, quando é desenvolvido e usado para fins de destruição do próprio ser humano e da “natureza”.

TEXTO DISPONIBILIZADO pelo Profº Alex de J. Oliveira - Introdução à Teologia

sábado, 24 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL!

O VERDADEIRO NATAL
Não devemos pregar a “demonização” do natal, mas requerer o despertamento do verdadeiro natal. Não o natal que se resume a compras, a trocas de presentes, a árvores enfeitadas, a figuras de papai Noel nas paredes, enquanto que a Bíblia, o nascimento, a vida, a obra, a cruz, e a figura de Cristo ficam em segundo plano. Isso é que não pode acontecer.
Não importa a data do nascimento de Jesus Cristo, nem a Bíblia se preocupou em fixá-la claramente; mas o que importa é que Ele nasceu. Aleluia. E quando Ele nasceu houve alegria nos céus e na terra, pois nascia o Salvador do mundo, Jesus Cristo, o Senhor. Sendo assim, todos os cristãos devem alegrar-se e comemorar seu nascimento em todo tempo.
O verdadeiro natal é aquele em que a figura central é Cristo, sem se apegar a elementos místicos, falsos ou oriundos de outras culturas e geografias do planeta.
O verdadeiro natal não é aquele com “ceia de natal”, “peru de natal”, “árvore de natal”, “presente de papai Noel”, e outros. O verdadeiro natal nasce nos corações de todos os que crêem em Jesus Cristo, deixando-O nascer em sua vida, seja com ceia ou sem ceia, com peru ou sem peru, com árvore ou sem árvore, com presentes ou sem presentes, seja rico ou pobre, mas que tenha a alegria de saber: Jesus Cristo nasceu para me salvar.
Comemore o Natal. Mas o verdadeiro natal, o natal de Jesus Cristo e não o natal de um velho que não existe - o papai noel. E se você precisa de uma data para realizar a comemoração do Natal, utilize o dia 25 de dezembro, mesmo sabendo que não é a data mais provável para o nascimento de Jesus, não tem nada de errado nisso, pois a data é o que menos importa. O que mais importa é a gratidão a Deus por ter enviado Seu Filho Unigênito para nascer, viver, morrer e ressuscitar nessa terra para salvação nossa e de toda humanidade.

Pb. Fábio Salvador Santos
Diretor Executivo
ITEADECA

domingo, 18 de dezembro de 2011

NOTÍCIA

NÃO HAVERÁ AULA NESSA ´PRÓXIMA TERÇA-FEIRA PARA A TURMA DA NOITE, COMO HAVIA SIDO COMBINADO.

FICOU DECIDIDO QUE AO RETORNAR DO RECESSO DE FIM DE ANO (DIA 7 DE JANEIRO) SERÁ MARCADA A REPOSIÇÃO QUE SERIA FEITA NESTA TERÇA FEIRA.

UM BOM RECESSO A TODOS,

FELIZ NATAL E FELIZ ANO NOVO.

sábado, 10 de dezembro de 2011

PROGRAMAÇÃO DE FINAL DE ANO

Estudantes ITEADECA, fiquem atentos para a programação das aulas neste final de ano.

A turma A (tarde) segue com aulas normais nos dias 10 e 17, aulas de Didática II. Dias 24 e 31 não haverá aulas.

A turma B (noite) não terá aula dia 10 por causa do Dia dos Evangelicos (festa na praça multiuso). A última aula de Antigo Testamento será dia 17 e na terça-feira, dia 20 teremos a reposição da aula de Hebraico e Grego e a prova de AT. Nos dias 24 e 31 também não haverá aula.

Qualquer duvida entrem em contato com a secretaria do curso.

Abraço a todos,

Diretoria ITEADECA

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

NOITE DE ALEGRIA E AVIVAMENTO NO CULTO DO ITEADECA


Estudantes e professores, no final do Culto

Leitura da Palavra

O 1º Culto do ITEADECA foi neste último sábado (22/10/11) a noite. O evento teve o objetivo de promover a comunhão espiritual entre todos os alunos, professores e administradores do Instituto, além de servir como ação de graças a Deus por todas as bençãos durante esses 6 meses de aulas que já se completará nos próximos dias (especificamente, 13/11). O trabalho foi realizado no templo de uma das congregações da ADECAL localizado na Rua Barão do Rio Branco, a qual está sob os cuidados do Ev. Iran Bittencurt e começou as 19h30min com a direção do Pb Fábio Salvador Santos - diretor do ITEADECA - e a presença de muitos irmãos - estudantes do Curso Básico em Teologia de ambas as turmas e também parentes dos mesmos. Houve a participação da cantora Joana Glace, oportunidades a alguns estudantes, do cantor e professor Alex Oliveira e o pregador e professor Pb Jefferson Bingre. Contou-se com a presença também do Pb Claudionor de Aquino, que fez votos de apreço ao ITEADECA. Foi uma noite de alegria, testemunhos, louvores, lágrimas, uma poderosa pregação da Palavra de Deus, resultanto em renovação espiritual e avivamento para toda a igreja. O culto terminou pouco depois das 21hs deixando um gosto de "quero mais" e todos os presentes retornaram aos seus lares desejosos pelo próximo encontro, se Jesus não tiver, ainda, arrebatado a Igreja.


Prof Alex Oliveira dirigindo o Louvor


Pb Jefferson Bingre pregando a Palavra


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Texto disponibilizado pelo Prof Fábio Salvador - Hermeneutica Biblica

A parábola dos sábios hindus
“Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos. Como os seus conselhos eram sempre excelentes, todas as pessoas que tinham problemas recorriam à sua ajuda.
Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles que, de vez em quando, discutiam sobre qual seria o mais sábio.
Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha. Disse aos companheiros:
- Somos cegos para que possamos ouvir e entender melhor que as outras pessoas a verdade da vida. E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí discutindo como se quisessem ganhar uma competição. Não aguento mais! Vou-me embora.
No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado num enorme elefante. Os cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram para a rua ao encontro dele.
O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
- Trata-se de um ser gigantesco e muito forte! Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…
- Que palermice! – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante. – Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…
- Ambos se enganam – retorquiu o terceiro sábio, que apertava a tromba do elefante. – Este animal é idêntico a uma serpente! Mas não morde, porque não tem dentes na boca. É uma cobra mansa e macia…
- Vocês estão totalmente alucinados! – gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante. – Este animal não se parece com nenhum outro. Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse uma enorme cortina ambulante…
- Vejam só! – Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados! – irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante. – Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo. Posso até pendurar-me nele.
E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios. Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha, apareceu conduzido por uma criança.
Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão a figura do elefante. Quando tacteou os contornos do desenho, percebeu que todos os sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo. Agradeceu ao menino e afirmou:
- É assim que os homens se comportam perante a verdade. Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

LEMBRETE

ATENÇÃO, turma do noturno!!

Não esqueçam que nesta próxima aula teremos a AVALIAÇÃO de português, com a professora Margarida Eloy.

Nos primeiros horários haverá aula de Didática, com o professor Nélio, e no último horário a professora Margarida Eloy fará a correção da atividade, que já servirá de revisão, e a aplicação da avaliação escrita.

Deus abençoe!

Até mais...

sábado, 10 de setembro de 2011

O Jovem Ignorante

Um jovem que se dizia ateu, muito materialista, quis dis­cutir com um velho pastor para zombar dele. Já sabendo da intenção do rapaz, o pastor deu início ao desafio afirmando que antes de receber, rejeitar ou duvidar de uma crença ou fi­losofia é necessário conhecer sua tese principal. Neste ponto o jovem concordou.
Bem, então você conhece bem a Biblia!? — perguntou o pastor.
Sim, já li alguns trechos e também estudei algumas dis­ciplinas na escola que tratavam de textos bíblicos...
Você já leu sobre a vida dos apóstolos, dos Pais da Igre­ja, dos reformadores e dos grandes avivalistas e pregadores pós-Reforma?
O velho pastor até citou alguns nomes, mas o rapaz o in­terrompeu:
Ora, aí o senhor está querendo muito. Qual o crítico que se interessaria por tudo isso? Nunca ouvi falar em muitos des­ses nomes...
Então, meu jovem — devolveu-lhe o pastor — você não é um descrente, mas um ignorante!
Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniqüidade; não há ninguém que faça o bem (Sl 53.1).